Quer saber o que rolou na semana?

Publicado em 05 de maio de 2018

 

Por Ana Carolina Moraes

Táxis x Ubers

(GIPHY/Reprodução)

Desde que o aplicativo de prestação de serviços eletrônicos na área de transporte urbano privado chegou na cidade, as corridas de táxis caíram 70%, de acordo com o Sindicato dos Taxistas. Enquanto o sindicato faz pressiona para que os serviços de Uber sejam regularizados, taxistas migram para a plataforma para gerar uma renda extra. E apesar da facilidade para chamar os carros e se locomover pela cidade, a Uber não está em todos os lugares: nossa equipe tentou chamar o serviço em duas zonas diferentes — e distantes da cidade. O resultado você confere aqui: https://goo.gl/SbxwAQ

Racismo na infância

Na coluna da semana, a advogada Naiara Patrícia dos Santos Neves escreveu sobre a criação de crianças pretas no Brasil. Além do racismo, a advogada discorre sobre a importância da formação de cuidadores e professores das sérias infantis para combater atitudes discriminatórias na escola.

“ Não podemos naturalizar práticas racistas, deixar com que roubem a infância de nossas crianças pretas, atingindo seu desenvolvimento e autoestima.”

Clique no link para ler o texto completo: https://goo.gl/Nrg2Kc

De olho na Câmara

A infraestrutura das escolas públicas de Bauru esteve em alta nos debates. A maior parte dos prédios escolares — escolas infantis, da rede municipal, estadual e das universidades — estão funcionando sem o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e sem alvará.

Uma das sessões da semana discutiu a vistoria anual e obrigatória desse prédios, para mapear problemas estruturais presentes nas escolas da cidade, planejar ações. O Projeto de Lei foi proposto pela vereadora Chiara Ranieri (DEM), com o objetivo de garantir que a Prefeitura de Bauru faça avaliações periódicas nos prédios escolares da Rede Municipal de Ensino.

E a multa para quem jogar lixo ou entulho na rua vai ficar 10 vez mais cara! Os vereadores aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei do vereador Markinho Souza (PP), que aumenta de R$ 80,00 para R$ 800,00. Apesar da endurecer a punição, a lei só se aplica a quem for flagrado jogando lixo.

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